Essa noite eu estive pensando no seu aniversário.
Acho que pior do que não ter você comigo no meu que já está chegando, é não estar com você no dia do SEU aniversário.
Vai ser estranho não poder pular nas suas costas, te encher de beijos no rosto, e esperar pelo primeiro pedaço de bolo. Vai ser estranho não poder ser a primeira a te dar parabéns, não poder te dar um objeto do Cars de presente, e comprar um bolo do Ben 10.
Mas eu vou estar aqui, com meu celular na mão, esperando dar 00:05 pra te ligar. E quem sabe, se me der a louca, eu não vá até você com uma vela de '?' pra cantar o parabéns mais sincero da minha vida.
Você está aqui, dentro de mim.
Saudades
“Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz."
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Num cantinho chamado 'memória'..
Por algum motivo que eu desconheço, ontem durante a tarde, ao deitar para dormir o sono da beleza, eu lembrei de como era legal estar junto de você.
Me lembrei de como é lindo o seu sorriso, de como seu abraço é apertado, e de como eu gostava de beijar o canto dos seus lábios.
Me lembrei de como eram rápidas as tardes de domingo escutando música, e de como os seus cachorros gostavam de morder os meus sapatos.
Me lembrei de como eram fúteis as nossas brigas, e como cozinhar pra você era prazeroso. Me lembrei também, da sua cara de cachorrinho pidão. Essa lembrança me fez chorar. Eu gostava do seu jeito. Sei que sempre reclamei da forma como você reagia aos meus sermões, e da forma como você implicava comigo, quando eu não tinha razão, mas vou te confessar uma coisa, eu tenho sentido falta.
Agora sinto uma falta diferente, uma falta madura. Consigo estar pensando em você de madrugada, escutar uma música que eu sei que te faz lembrar de mim, e não te ligar pra contar. Acho que subi muitos degraus numa escada de superação, e você também.. o que me deixa feliz.
O tempo está passando e as nossas vidas tomaram rumos completamente diferentes. Hoje estou com os pés no chão e feliz, você também está, mas longe de mim. Isso me faz lembrar dos momentos em que você segurava a minha mão e dizia que nunca ninguém me amaria e me respeitaria tanto quanto você. Infelizmente, a vida tem me mostrado que você tinha razão, e isso dói.
Dói querer segurar a sua mão, contar bobagens, querer escutar a sua voz.
Dói comer bolo de marácuja, e tomar morango com leite e não ter você pra dividir.
Mas a opção 'D' do nosso filme preferido, a opção que diz que tudo fica por conta do 'destino', nos tem mostrado que cada um está seguindo sua vida, e a única coisa que nos resta em comum é a nossa história.
História essa que eu vou guardar a quilômetros de profundidade dentro do meu coração, e mesmo assim, ainda vou sentir que está vulnerável.
Estive pensando num lugar onde poderia guardar coisas significantes que eu não gostaria de esquecer. No início foi um pouco difícil, mas depois consegui encontrar. Minha memória. Pude notar que esse é a melhor opção para não esquecer tudo que foi vivido, e melhor, é um lugar onde ninguém, absolutamente NINGUÉM pode interferir.
Você estará sempre aqui, dentro de mim.
Meu amigo, minha maior saudade!
Me lembrei de como é lindo o seu sorriso, de como seu abraço é apertado, e de como eu gostava de beijar o canto dos seus lábios.
Me lembrei de como eram rápidas as tardes de domingo escutando música, e de como os seus cachorros gostavam de morder os meus sapatos.
Me lembrei de como eram fúteis as nossas brigas, e como cozinhar pra você era prazeroso. Me lembrei também, da sua cara de cachorrinho pidão. Essa lembrança me fez chorar. Eu gostava do seu jeito. Sei que sempre reclamei da forma como você reagia aos meus sermões, e da forma como você implicava comigo, quando eu não tinha razão, mas vou te confessar uma coisa, eu tenho sentido falta.
Agora sinto uma falta diferente, uma falta madura. Consigo estar pensando em você de madrugada, escutar uma música que eu sei que te faz lembrar de mim, e não te ligar pra contar. Acho que subi muitos degraus numa escada de superação, e você também.. o que me deixa feliz.
O tempo está passando e as nossas vidas tomaram rumos completamente diferentes. Hoje estou com os pés no chão e feliz, você também está, mas longe de mim. Isso me faz lembrar dos momentos em que você segurava a minha mão e dizia que nunca ninguém me amaria e me respeitaria tanto quanto você. Infelizmente, a vida tem me mostrado que você tinha razão, e isso dói.
Dói querer segurar a sua mão, contar bobagens, querer escutar a sua voz.
Dói comer bolo de marácuja, e tomar morango com leite e não ter você pra dividir.
Mas a opção 'D' do nosso filme preferido, a opção que diz que tudo fica por conta do 'destino', nos tem mostrado que cada um está seguindo sua vida, e a única coisa que nos resta em comum é a nossa história.
História essa que eu vou guardar a quilômetros de profundidade dentro do meu coração, e mesmo assim, ainda vou sentir que está vulnerável.
Estive pensando num lugar onde poderia guardar coisas significantes que eu não gostaria de esquecer. No início foi um pouco difícil, mas depois consegui encontrar. Minha memória. Pude notar que esse é a melhor opção para não esquecer tudo que foi vivido, e melhor, é um lugar onde ninguém, absolutamente NINGUÉM pode interferir.
Você estará sempre aqui, dentro de mim.
Meu amigo, minha maior saudade!
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
' Pôr-do-Sol vai lembrar vocês'

Estava há uns dias querendo criar meu primeiro post nesse blog, que não é tão novo assim, mas ainda não tinha coisas suficientemente interessantes para escrever, mas hoje to aqui, porque desde ontem meu coração está transbordante de saudade, uma saudade que eu não consigo guardar pra mim. Talvés isso não seja 'tão interessante', mas pra mim, é de extrema importância.
Pretendo não chorar aqui, porque como raramente acontece, estava passando umas fotos no pc e vi algumas que me fizeram chorar litros, e escutando 'Wish You Where Here' é um pouco difícil de controlar. Mas eu tentarei, prometo!
Por falar em promessas, como é complicado não acreditar em nenhuma delas.
Quando já se viveu momentos intensos, jurou mil coisas, fez mil promessas e percebeu que nenhuma delas foram devidamente cumpridas, fica bem difícil de acreditar.
tenho tentado mudar isso, afinal, as pessoas não são iguais. Se alguém lhe jura ou promete algo e não cumpre, é porque não consegue fazer jus aquilo que diz, o que corresponde a uma parcela de falta de seriedade e palavra, na minha opinião.
tenho sentido uma saudade terrível de algumas coisas que já se foram.
Aquelas coisas que o vento levou de mim..
não sei se é certo ou errado, aliás, sei exatamente as que são erradas, mas saudade é um sentimento inevitável, e dói, não tem como.
Seja saudade de pessoas, de momentos, de sorrisos, de corpo, de risadas, da voz, da preocupação, do carinho e afeto, de domingos a tarde.. seja saudade de tudo isso, esquecida.
mas o tal 'esquecer' que todo mundo diz e deseja, é supérfico.
Pessoas conseguem viver muito bem longe uma da outra, mas quando se veêm, dá pra escutar o barulho que o coração de ambas faz. Na realidade, nem precisam se ver, porque existe mil modos de causar 'abalos sísmicos' sentimentais estando distante.
Fazia tempo que eu não sentia isso.
E pior, não é só UMA saudade. Neste momento, está rolando uma fusão de sentimentos, de pensamentos, de momentos na minha vida. E a minha única certeza é: eu quero estar bem. Não que eu não esteja, pois estou, e muito bem por sinal.. mas responder por si somente é a melhor prática para se pôr em primeiro lugar.
Nunca imaginei que iria pensar assim, mas hoje, meus sentimentos bons são literalmente destinados a mim, porque se doar, pode machucar muito, e uma coisa eu garanto, dor de amor é ruim demais, todo mundo sabe.
E eu tô aqui agora para lembrar de momentos com duas pessoas, uma que está longe (Rio de Janeiro nem é tão longe assim, mas tá!) e a outra que está perto, porém, tem motivos demais pra não poder juntar.
Sinto falta das músicas no carro, dos finais de semana, dos presentes, de cinema, dos meus objetos, do meu quadro, do seu pijama, do meu sapato bonito, do meu relógio (que eu nunca usei!), dos 15 min de sono, dos seus cachorros, dos seus sermões, das suas roupas, dos lanches, da minha blusa preta, da minhas meias, dos meus brincos, minhas pulseiras, dos segredos, dos apelidos, da voz de bob esponja.
Eu sinto falta do carinho no braço, da preocupação, das ligações de bom dia e boa noite, de falar no telefone o dia todo, das idas ao açai, das tardes chuvosas. Eu sinto muita falta dos posts no blog privado, com fotos lindas, e das músicas do Seu Jorge, Armandinho e Reação em Cadeia.
tenho saudade das comemorações mensais, dos bolos de maracujá, dos chocolates.. tenho saudade da sua cara de cocô me olhando sem parar e me deixando com vergonha.
Eu ainda sou aquela Bia, a mesma de sempre.
A sua Bia, a minha Bia, a Bia boba, ciumenta, chata, sonolenta, impaciente.. e continuo aqui, no mesmo lugar.
Não dei passos muito largos, mas também não estagnei. Tomei um rumo que imaginei ser o certo, e agora criei meu mundo lindo pra viver exatamente tudo que eu quero viver.
E você não está aqui, você não cabe mais aqui, não porque eu ocupei seu espaço, mas porque a vida quis assim. Mas ainda sim eu sinto saudades, porquê? Meu coração disparara toda vez que eu escuto 'cuidar de mim', eu não consigo me livrar da minha melissa preta e do meu quadro cor de rosa, que foi tudo que me restou. E ai? porque dessa saudade tão grande e incabível dentro de mim?
E essa saudade é irreversível, será pra sempre saudade, terá pra sempre que estar guardada aqui, dentro do meu peito.
Graças a Deus, uma parte da outra saudade eu irei matar no próximo feriado.
Essa saudade é complicada também, e é tão recente, tão grande.
Saudade das idas pra casa depois da escola, dos brigadeiros, das gargalhadas em momentos errados, dos conselhos, sermões, dos abraços, dos colos. Saudade de preparar café da manhã, de emprestar roupa, de contar segredos, de chorar junto, das saídas, dos furos, das comilanças sem parar, dos Yakults. Saudade do seus dias de TPM.
Dois alguéns, duas saudades, dois sentimentos diferentes.
Todos com a mesma intensidade, a mesma tal 'saudade'.
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