“Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz."

terça-feira, 19 de março de 2013

Onde?

Com as mãos na cabeça eu tento enxergar pra que lado devo seguir. Há um tempo atrás, permanecer imóvel seria resultado de contínuos momentos de alegria e grande felicidade. Tudo mudou. Hoje está cinza, cinza como já foi um dia. Não é a primeira vez em que eu não sei pra onde ir e o que fazer, mas sem dúvidas, acho que nunca havia colocado DE VERDADE na balança o que têm pesado. Viver e aceitar a indiferença dos outros machuca e muito. Ver que as coisas mudaram num piscar de olhos, também. E não conseguir enxergar um futuro distante após determinadas situações, pior ainda! Sinto saudade de quando meus risos eram de alegria plena. Saudade dos dias em que tantas palavras eram ditas e guardadas, de quando um olhar dizia mais que todas as frases do mundo. Saudade de um cheiro que desapareceu, de um gesto que não é mais feito, de um carinho que não é mais dado. Saudade de um ombro amigo que foi embora, de um companheirismo que se tornou bronca. Saudade de algo que sumiu e não volta mais. Mas se você ainda está aqui, onde estão os nossos sonhos? Procuro.

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